Sua marca na Europa.

Acompanho empresas e redes de franquia brasileiras na entrada na Itália, na Suíça e na França: estratégia, estrutura societária e fiscal, registro de marca, importação e busca do parceiro local. Do Rio de Janeiro, em português, com quem conhece a Europa por dentro.

Um só interlocutor, da primeira análise à primeira abertura.

Entrar na Europa exige escolhas comerciais, societárias, fiscais e regulatórias que dependem umas das outras. Cuido delas juntas, porque um erro na estrutura inicial se paga em todas as fases seguintes.

Fale sobre o seu projeto
  • Estratégia de entrada

    Análise do mercado e da concorrência, posicionamento, política de preços, escolha do país, da cidade e do ponto.

    Itália, Suíça e França são três mercados diferentes: na Suíça, uma mesma rede atende clientes em alemão, francês e italiano.

  • Estrutura societária e fiscal

    Quem detém o quê, qual país escolher como base, como regular royalties e fornecimentos sem perder eficiência.

    Itália e França fazem parte da União Europeia; a Suíça não. Regras, moeda e impostos mudam ao cruzar a fronteira.

  • Marca e registros

    Registro da marca na União Europeia e na Suíça, e regularização dos produtos quando a categoria exige.

    Um único registro no EUIPO protege a marca nos 27 países da União Europeia, mas não na Suíça, que exige um registro próprio.

  • Exportação e importação

    Classificação aduaneira, regras de origem, escolha do caminho logístico e fiscal mais conveniente.

    Com o acordo UE Mercosul, aplicado desde 1º de maio de 2026, as tarifas sobre produtos brasileiros na União Europeia estão caindo.

  • Parceiro local

    Busca, seleção e negociação com master franqueados, distribuidores ou sócios europeus.

    Um parceiro europeu avalia o projeto pelos números do mercado dele, não pelos resultados no Brasil.

  • Identidade e site para a Europa

    Adaptação da marca e da comunicação ao público europeu: identidade visual, site em vários idiomas alinhado à matriz, conteúdos em italiano e francês. Com o Studio Groll, que dirijo há mais de quinze anos: os projetos realizados eu mostro na primeira conversa.

    Uma marca brasileira na Europa deve continuar reconhecidamente brasileira, mas falar a língua de cada país.

  • Acompanhamento das aberturas

    Coordenação das primeiras unidades com os parceiros locais, até os números confirmarem o modelo.

    O primeiro número a proteger é o ponto de equilíbrio, não a capacidade máxima.

Os atos reservados a profissionais habilitados, como pareceres jurídicos, contabilidade e despacho aduaneiro, ficam com parceiros locais que seleciono e coordeno para você.

Três fases, com metas que você pode verificar.

A Europa não perdoa a improvisação, mas também não exige saltos no escuro. Cada fase termina com um resultado concreto, e só então passamos para a seguinte.

  1. Verificar

    Antes de investir, entendemos se e como o seu modelo funciona na Itália, na Suíça ou na França: mercado, concorrência, preços, regras fiscais e regulatórias. A marca é registrada logo no início, antes de falar com qualquer parceiro.

    Meta: um relatório com os números do projeto, os riscos declarados e a marca protegida.

  2. Encontrar o parceiro

    Busco e seleciono quem vai desenvolver a sua marca na Europa, construo com ele o modelo econômico e negocio o acordo.

    Meta: um acordo assinado com um parceiro qualificado.

  3. Abrir

    Constituição das empresas, exportação, escolha do ponto, formação da equipe e acompanhamento das primeiras aberturas.

    Meta: a primeira unidade acima do ponto de equilíbrio, de forma estável.

Você pode sair em cada fase

Cada meta tem um prazo. Se eu não cumprir, você pode encerrar a colaboração sem multas.

A remuneração segue os resultados

Uma parte fixa reduzida cobre o trabalho inicial. A parte principal só chega se o projeto funcionar.

Os riscos são ditos

Cada análise separa o que está verificado do que ainda é hipótese. Melhor saber antes de investir do que descobrir depois.

Alessandro Grollero no Rio de Janeiro

Do Brasil para a Europa, com quem conhece os dois lados.

Sou Alessandro Grollero. Venho do design e do desenvolvimento de software: há trinta anos crio identidades, sites e plataformas para marcas na Europa e nas Américas, primeiro na Itália e, a partir de 2014, na Suíça.

Em 2018 comecei a registrar no Brasil as marcas de alguns clientes. Para isso precisei entender como o país funciona de verdade, e aqui construí relações profissionais e pessoais que nenhuma relação de mercado substitui. Desde 2021 moro no Rio de Janeiro.

Depois vieram os projetos de entrada no Brasil de empresas italianas: trabalhei, entre outros, com Davines, Filippo Berio e Brunello Cucinelli. Hoje faço também o caminho inverso, e levo marcas brasileiras para a Itália, a Suíça e a França, mercados que conheço por dentro, na língua e na cultura.

Meu trabalho é ficar entre dois sistemas que se entendem pouco, e traduzir um no outro, não só na língua. E, vindo de onde venho, posso cuidar também do que a sua marca mostra à Europa: identidade, site e comunicação.

Base
Rio de Janeiro, desde 2021
Origem profissional
Design e desenvolvimento de software, há 30 anos
Idiomas de trabalho
Português, italiano, francês, espanhol
Mercados
Itália, Suíça e França
Perfil no LinkedIn

Três entradas em um mercado estrangeiro, três nós diferentes.

Marcas italianas que entraram no Brasil, com setores, tamanhos e modelos diferentes. Em cada caso, a parte difícil não era o produto, mas uma decisão que só se podia tomar conhecendo o mercado por dentro.

Davines

Produtos profissionais para cabelo e pele, Parma. Parceria com um distribuidor especializado.

O nó: encontrar o parceiro certo.

Era preciso um operador brasileiro capaz de unir duas competências que raramente estão na mesma empresa: a regularização na ANVISA dos cosméticos importados e a distribuição em escala nacional. Facilitei o encontro com a Omnibeauty, trabalhei na análise de mercado e na estratégia de entrada, e acompanhei o processo até a plena operação.

Hoje presente em oito cidades brasileiras, com distribuição nacional, salões profissionais e e-commerce próprio.

Filippo Berio

Azeite de oliva, Grupo Salov, Lucca. Filial comercial direta em São Paulo.

O nó: escolher a forma de presença.

O grupo já exportava; a pergunta não era se entrar, mas como. Avaliamos o apoio de um distribuidor local e a filial direta, e qual das duas era coerente com uma marca que compete pela qualidade percebida, não pelo preço. A filial de São Paulo foi inaugurada em 2019.

Primeira marca italiana de azeite no Brasil, com 3,6% do mercado em volume em 2023 (Nielsen).

Brunello Cucinelli

Moda e luxo, Solomeo. Boutique monomarca direta.

O nó: ler o mercado e escolher o endereço.

Trabalhei na leitura do mercado brasileiro de luxo e abri os primeiros contatos com distribuidores de alto padrão. Esse diálogo deixou claro que, para uma marca construída sobre o controle da própria imagem, o caminho certo era a presença direta, e que em São Paulo a vizinhança comercial define uma marca tanto quanto a sua vitrine.

Única flagship da marca na América Latina, no Shops Jardins de São Paulo, desde março de 2025.

As perguntas são as mesmas na direção inversa. A diferença é que, na Europa, eu jogo em casa.

Análises e guias da Europa.

Para empresas brasileiras que avaliam a Itália, a Suíça e a França: as notícias explicadas, as regras que importam, os setores a observar.

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Vamos falar da sua marca.

Uma primeira conversa, sem compromisso, para entender se e como o seu projeto pode funcionar na Itália, na Suíça ou na França. Respondo pessoalmente, em português.

Base
Rio de Janeiro, horário de Brasília